+ 20 tendências para 2010

No passado, tínhamos gurus, cartomantes, pajés, pitonisas e outras figuras místicas tentando prever o futuro. Hoje, esse trabalho é feito por estatísticos, matemáticos, economistas e toda sorte de consultores. Dizem as más linhas que a margem de erro permanece igual. Pois bem, se você tem acompanhando nossos posts, sabe que já publicamos 2 artigos deste estilo e agora segue o terceiro. Desta vez a empresa trendhunter.com aponta 20 comportamentos e preferências que já estão são atuais e tendem a ganhar força em 2010.

1ª A próxima melhor alternativa – Moda vintage, alta costura versátil, submarcas e joias acessíveis. Ao longo do último ano, as pessoas se tornaram mais sensíveis ao consumo excessivo e começaram a ligar seu sucesso não apenas ao que é luxuoso, mas também ao que é funcional e tem a ver com experiência de vida. Assim, em vez de comprar o produto mais caro e a melhor marca, as pessoas estão experimentando novos produtos na busca pela melhor alternativa seguinte.
2ª Decoração “faça você mesmo” – Arte, mobília e itens decorativos são produzidos pelos próprios usuários e constituem a solução perfeita para aqueles que estão com pouco dinheiro. Mantenha suas bolas de pingue-pongue, suas garrafas de vinho ou suas jarras de plástico, porque decorar sua casa nunca foi tão acessível e culturalmente aceitável.
3ª Troca-se tudo – Hoje você pode trocar casas, peças de arte, serviços ou mesmo seu guarda-roupa completo. Cidadãos empobrecidos que não querem comprometer seu estilo de vida estão trocando, permutando e comercializando em busca de uma vida melhor.
4ª Ações “pop-up” – Conceitos temporários surgem inesperadamente para atrair consumidores com o apelo de exclusividade e novidade. Vitrines diferentes, bares instalados em contêineres de carga, serviços bancários surpreendentes. É a maneira “pop-up” de rapidamente colocar seu produto em novos mercados.
5ª Moradias nômades – A recessão, somada à arquitetura criativa, criaram um influxo de casas temporárias e únicas. Apartamentos portáteis, casas-barcos futuristas e moradia em cubo são apenas alguns exemplos da vida nômade moderna.
6ª Eco-utensílios domésticos – Lavadora de louças que não usa sabão, mini-máquinas de lavar roupas e pias de cozinha não apenas ajudam o meio ambiente, mas que, ao longo do tempo, levam à economia de dinheiro também, por seu desempenho eficiente.
7ª “Ecóprole” – Pode ser uma morada subterrânea, uma casa flutuante ou nas alturas –os desenvolvimentos “ecoprolitanos” estão rapidamente se tornando um estilo de vida. Além de revitalizar os centros urbanos com elementos ecológicos, as nações estão criando cidades-nichos especificamente para atingir objetivos ecológicos.
8ª “Simpletising” (comunicação com simplicidade) – Embalagens inspiradas em frutas e caixas de leite com úberes. Em um mundo abarrotado de coisas e informações, a clareza visual acaba se destacando. Também se encaixa bem no desejo de uma vida mais simples.
9ª “Emocionologia” – Os humanos não são os únicos com sentimentos; jóias, aparelhos telefônicos, listas de músicas e outros aparatos sensíveis às emoções manifestam seu humor fisicamente. Cientistas estão estudando o mundo das emoções e descobrindo como ele pode ser aplicado à tecnologia.
10ª Exposição de vulnerabilidade – As mídias sociais redefiniram nosso acesso à vida pessoal de celebridades e amigos. Agora, vemos de tudo: de mulheres “twitando” na hora do parto até estrelas publicando fotos não-tratadas pelo Photoshop ou que retratam momentos embaraçosos.
11ª Campanhas via crowdsourcing – Envolver o consumidor na criação de comerciais de TV agora se chama crowdsourcing –a inteligência coletiva a serviço da geração de soluções. Os exemplos incluem cartazes, displays de vitrine e até mesmo comerciais de TV.
12ª Marketing saudosista – Motivos de contos de fadas em jóias ou anúncios. Alice no País das Maravilhas ou monstros ajudam consumidores a escapar do baixo astral econômico, buscando refúgios em fantasias do passado.
13ª Auto-assistência médica – Chegou a nova era dos cuidados médicos com produtos que ajudam os consumidores a cuidar de sua saúde sem precisarem chamar um médico: medidores de pressão arterial, monitores de fertilidade, relógios que medem o estresse e outros itens que são uma resposta às dificuldades experimentadas com os serviços públicos de saúde.
14ª Exigente sim, chato não – Anos atrás, vimos alimentos importados como o tofu saírem da categoria de exóticos para entrarem no uso comum. Agora, vemos a proliferação de alimentos que servem necessidades únicas, como os isentos de glúten ou os vegetarianos. Não é mais chato ser “enjoado”.
15ª Produtos pró-dependência – Os casais da nova geração já tendiam a andar mais juntos do que os de gerações passadas. A crise do crédito aumentou a demanda por produtos a favor da dependência, como as tatuagens separadas (uma em cada pessoa) que se combinam para formar um desenho, copos que se complementam e decoração compartilhada –tudo reforçando a condição de casal.
16ª Traje “metade formal” – É a mistura de peças de roupas formais com descontraídas, num visual híbrido adotado por jovens profissionais: shorts com blazers e paletós com jeans, por exemplo.
17ª Cultura do aluguel – Artigos de luxo, roupas, brinquedos e objetos de arte são pequenos exemplos de um mundo de itens que podem ser alugados. O movimento teve início em 2008, mas a recessão acelerou a busca por posse temporária, status de mentira e muitas permutas.
18ª Empavonar-se – A graça é aparecer tanto quanto um pavão, não necessitando de grifes caras para gritar “Olhe para mim!”. Um antídoto contra a depressão da crise. A receita: cores exageradamente vibrantes em roupas, acessórios e maquiagem.
19ª Compras “sem-serviço” – Os clientes se servem. Em bares, você mesmo tira seu chopp; entre os hotéis, opção self-service. O resultado: economia de dinheiro e senso de independência e controle criativo.
20ª Personalização tangível – Presentes que têm a sua cara. Literalmente. Você estampado em taças ou notas de US$ 1 milhão. A personalização de produtos, já em voga em 2009, agora ultrapassa o segmento de luxo, impulsionada pela crise econômica.

Nós da Change Consultores acreditamos que parte destas tendências não são exatamente aderentes a nossa cultura, mas não custa ficar de olho, principalmente na hora de investir.

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As dez tendências do mercado para 2010

A JWT lançou o estudo "Work in Progress – 10 Trends for 2010", um documento que traz as 10 tendências da sociedade de consumo para o próximo ano. Uma delas é a aceleração da mudança de força política e econômica do mundo para as nações do chamado BIC, que compreende Brasil, Índia e China (com a Rússia um pouco atrás neste processo). "As empresas não apenas mudarão seus recursos para o Novo Mundo, mas olharão para esses mercados para encontrar produtos mais lucrativos e com preços menores, que poderão substituir concorrentes nos mercados desenvolvidos".

O texto fez referências ainda ao efeito psicológico da vitória do Rio de Janeiro na disputa pelo direito de sediar os Jogos Olímpicos de 2016. "Enquanto sambistas, freqüentadores de praia e fãs do esporte enlouquecidos comemoravam com bandeiras, no hemisfério norte, habitantes de Chicago estupefatos sentiam a derrota. Todos sentiram que os pólos da Terra estavam invertidos. O Brasil, e não os Estados Unidos, estava no topo".

Para a JWT, a vitória parece ser um símbolo dessa mudança da influência econômica, já que a China deverá crescer 11,9% em 2010 e o Brasil outros 4,5% no ano que vem, enquanto a União Européia terá alta de 0,7% e os Estados Unidos de 1,5%.

Confira as 10 tendências da JWT:

  1. Busca pela estabilidade – consumidores esperam para ver sinais mais fortes de estabilidade para voltar a gastar.
  2. Leitura do rodapé do anuncio – detalhes das embalagens e letras pequenas em anúncios serão mais notadas.
  3. Transparência máxima – pessoas demandarão informações sobre ingredientes, calorias, emissão de carbono por causa da produção e fontes dos produtos.
  4. O diabo veste embalagem – com o foco da sociedade no custo ecológico de embalagens, as marcas irão mudar para soluções recicladas, de reuso, etc.
  5. BIC – Brasil, Índia e China estão emergindo mais rápido do que nunca, sob os pontos-de-vista econômico e político.
  6. Fluxo da inovação – os produtos criados em mercados emergentes estão invadindo o mundo desenvolvido, onde já são considerados alternativas mais simples e baratas
  7. Novas ferramentas para um mundo mais idoso – proliferação de produtos e serviços para a terceira idade, que quer viver de maneira independente pelo máximo de tempo possível.
  8. Vida em tempo real – a internet move a percepção do que é ser atual para o "exatamente agora"
  9. Importância do local – com tecnologia de mapas e dispositivos móveis, a conversa das marcas deverá entender onde o consumidor está, o que ele faz e o que ele pensa naquele momento.
  10. Fluência do visual – o processo de mudança das palavras para as imagens irá acelerar, e veremos novas maneiras de explicar e dar luz a assuntos complexos.

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Quanto vale a sua empresa – Parte 4 – Final

Encerrando a série “Quanto vale a sua empresa” vamos abordar hoje o conceito de “taxa de oportunidade”.

Relembrando conceitos já abordados, na parte 2, definimos que “o valor de uma empresa pode ser definido pelo somatórios dos seus fluxos de caixa futuros, descontados a uma determinada taxa”. Essa taxa pode ser chamada de taxa ou custo de oportunidade.

O custo de oportunidade é um termo usado na economia para indicar o custo de algo em termos de uma oportunidade renunciada, ou seja, o custo, até mesmo social, causado pela renúncia do ente econômico, bem como os benefícios que poderiam ser obtidos a partir desta oportunidade renunciada ou, ainda, a mais alta renda gerada em alguma aplicação alternativa.

Em outras palavras: O custo de oportunidade representa o valor associado a melhor alternativa não escolhida. Ao se tomar determinada escolha, deixa-se de lado as demais possibilidades, pois são excludentes, (escolher uma é recusar outras). À alternativa escolhida, associa-se como "custo de oportunidade" o maior benefício NÃO obtido das possibilidades NÃO escolhidas, isto é, "a escolha de determinada opção impede o usufruto dos benefícios que as outras opções poderiam proporcionar". O mais alto valor associado aos benefícios não escolhidos, pode ser entendido como um custo da opção escolhida, custo chamado "de oportunidade".

Um investidor que possua R$100.000,00 aplicados em um fundo mercado financeiro a 6% a.a. tende a não aceitar uma taxa igual ou inferior a esta de qualquer outro investimento. Dependendo do risco e de outros fatores pessoais, ele aceitará abrir mão da remuneração que o banco lhe paga apenas por uma taxa superior.

Por outro lado um empresário que decide vender sua empresa para aplicar o dinheiro a mesma taxa de 6% a.a., apenas tende a faze-lo se considerar que seu retorno com o negócio atual é inferior a remuneração do mercado financeiro.

Surge mais uma vez uma questão fundamental para a avaliação de um investimento: o “valor” é algo pessoal, atrelado as necessidades da pessoa que se utilizará dela. A taxa do comprador, de uma maneira geral, sempre é diferente da taxa do vendedor.

Por hora encerramos o assunto avaliação de empresas. Sintam-se a vontade para comentar qualquer dos posts sobre o assunto e ainda, a entrar em contato. É importante salientar que o caso estudado nesta série de artigos não é aplicável em 100% dos casos e casos particulares serão abordados com o tempo.

Obrigado pela atenção e bons negócios.

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Micros e pequenos empresários crescem no e-commerce

O comércio eletrônico no Brasil cresceu 27% no primeiro semestre de 2009, em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da 20ª edição do relatório WebShoppers, realizado pela empresa de consultoria em e-commerce E-bit. Segundo a consultoria, o setor de vendas pela internet movimentou R$4,8 bilhões, R$1 milhão a mais que em 2008. Lembrando que trata-se de um ano marcado pela crise financeira mundial, trata-se de um crescimento impressionante. Um dos motivos para esse resultado positivo foi o aumento da procura por produtos de maior valor agregado, como informática e eletrodomésticos, fazendo com que desta forma, o ticket médio que em 2007 era de R$302,00 evoluísse para R$327,00 em 2009.

Para o empreendedor que pensa em iniciar suas vendas por este canal de atendimento, uma boa notícia é a descentralização das lojas virtuais. Pequenos varejistas ganharam 1,6 ponto percentual em participação no comércio eletrônico no primeiro semestre de 2009, comparando-se com o mesmo período de 2008.

Lembramos que antes de investir em um novo projeto, o empresário deve fazer uma análise minuciosa do investimento e se necessário, procurar uma consultoria especializada.

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10 Tendências de Consumo para 2010

Uma das principais empresas de análises de tendências do mundo, acabou de divulgar o relatório “10 tendências do consumidor para 2010”. Otimista quanto ao cenário econômico e focado em novas maneiras de fazer negócio, o relatório é totalmente indicado para quem está procurando saber em que investir no próximo ano.

O relatório (em inglês) você encontra no site http://www.trendwatching.com/2010/ , mas preparamos para você um resumo.

  1. NEGÓCIOS INCOMUNS / Esqueça a recessão: as mudanças sociais que dominarão 2010 foram postas em marcha bem antes de encararmos temporariamente o abismo. E mesmo quando a retração econômica terminar, não haverá uma volta aos ‘negócios comuns’.
  2. URBANIDADE / A urbanização extrema resultará em consumidores mais sofisticados e exigentes no mundo inteiro. A cultura urbana é A cultura.
  3. RESENHAS EM TEMPO REAL / Qualquer que seja o produto ou serviço lançado em 2010, ele será revisado em tempo real. A tirania da transparência (ou triunfo) está sob nós.
  4. (F)LUXO / Com os símbolos de status se tornando mais fragmentados, o que é luxo, é o consumidor que decide em 2010.
  5. MISTURA DE MASSAS / Estilos de vida online estão na verdade estimulando os encontros no mundo real, surpreendendo todas as previsões sobre um futuro virtual e socialmente isolado.
  6. ECO-FÁCIL / Em 2010, corporações e governos forçarão os consumidores a serem mais verdes, restringindo as alternativas. Diga adeus à escolha de consumidor.
  7. RASTREAMENTO E ALERTAS / Rastreamento e alertas são as novas buscas. Ano que vem, o consumidor expandirá ainda mais sua esfera de controle.
  8. GENEROSIDADE INCORPORADA / A generosidade como uma tendência se adaptará ainda mais a moda do nosso tempo, levando à caridade mais pragmática e colaborativa.
  9. PERFIL MINERADOR / Com centenas de milhões de pessoas promovendo agora seus perfis online, 2010 será o ano para os consumidores ganharem dinheiro com estes perfis, desde modelos baseados em intenção até serviços digitais pós-morte.
  10. MATURIALISMO / 2010 será ainda mais dogmático, verdadeiro e cru do que 2009; graças ao mundo online ‘qualquer coisa serve’. Quais marcas serão igualmente ousadas? 

FONTE  trendwatching.com

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Utilizando uma matriz Swot em análises de cenários

A análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário, e seu uso é bastante difundido na gestão e planejamento estratégico. A grosso modo podemos dizer que uma análise de cenário posiciona um determinado ente a ser analisado frente ao ambiente interno e externo.

O termo SWOT é uma acrônimo em inglês para Strengths (forças), Weaknesses (fraquezas) Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças) e há indícios de que já era utilizada há quase três mil anos: “Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças ” (SUN TZU, 500 a.C.).

swot

Como dissemos anteriormente, a análise de cenário divide o ambiente em interno (Forças e Fraquezas) e externo (Oportunidades e Ameaças). As forças e fraquezas são determinadas pela posição atual da empresa e se relacionam a fatores internos. Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos.

Pela simplicidade de uso e pelo poder de síntese que permite, uma matriz Swot é um ferramenta de valor para qualquer tipo de tomada de decisão e principalmente para análise de investimentos.

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Vale oferece cursos pela internet voltados para fornecedores

Desde de o dia 10/08 a Vale S/A está oferecendo cursos de capacitação pela internet. O programa tem o nome de Inove e o objetivo da empresa é promover o desenvolvimento dos fornecedores regionais, principalmente pequenas e médias empresas. Podem se inscrever pessoas físicas e jurídicas, e é indicado para todos os profissionais que possuem interesse em aprofundar seus conhecimentos. Cada participante receberá, individualmente, uma senha de acesso e durante o período de lançamento, o valor do investimento será de apenas R$26,91 por aluno, por mês. Os alunos podem fazer quantos cursos quiserem.

Cursos disponíveis

  • Microsoft Project 2000 – Fundamentos
  • Microsoft Project 2000 – Intermediário
  • Microsoft Project 2000 – Avançado
  • Microsoft Word 2000 – Fundamentos
  • Microsoft Word 2000 – Intermediário
  • Microsoft Word 2000 – Avançado
  • Microsoft PowerPoint 2000 – Fundamentos
  • Microsoft PowerPoint 2000 – Intermediário
  • Microsoft PowerPoint 2000 – Avançado
  • Microsoft Excel 2000 – Fundamentos
  • Microsoft Excel 2000 – Intermediário
  • Microsoft Excel 2000 – Avançado
  • Gerenciamento de Projetos
  • Matemática Financeira
  • Comunicação Direta
  • Língua Portuguesa
  • Responsabilidade Social
  • Recrutamento e Seleções por Competência

A plataforma de cursos pode ser acessada pelo site da empresa que também oferece informações para quem deseja se tornar fornecedor da Vale.

A Empresa

A Vale produz e comercializa minério de ferro, pelotas, níquel, concentrado de cobre, carvão, bauxita, alumina, alumínio, potássio, caulim, manganês e ferroligas, além de ser um dos maiores operadores logísticos do país e ter grandes projetos na área de geração de energia voltada para o autoconsumo.

Sobre Treinamentos e Capacitação

Se você conhece alguma iniciativa eficaz de treinamento, use nosso sistema de comentários e divulgue. Estamos cadastrando empresas e profissionais que atuem na área para parcerias e divulgação gratuita aqui no blog.

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Porque comprar uma empresa em funcionamento ?

Antes de continuarmos a série sobre Avaliação de Empresas, gostaria de responder a uma pergunta que nos é feita com grande frequência em nossa empresa de consultoria: Porque devo comprar uma empresa em funcionamento e não criar uma nova ?

Primeiro gostaria de deixar claro que nem sempre esta solução é a melhor, afinal como em qualquer outra decisão de investimento, deve-se pesar as vantagens e desvantagens em relação ao seu perfil.

Vantagens em adquirir uma empresa em funcionamento

Faturamento – uma empresa em funcionamento já traz consigo clientes e por consequência vendas e faturamento. Normalmente a empresa adquirida já ultrapassou o chamado break-even-point e já é lucrativa. Tem-se ainda a oportunidade de  examinar o seu histórico de desempenho projetar com mais segurança as receitas futuras.

Know-how – o desenvolvimento de qualquer novo negócio demanda a construção de um conhecimento que normalmente se dá por erros e acertos do empreendedor. Comprando uma empresa em funcionamento, o empresário adquire também toda uma expertise no negócio que demandariam tempo e recursos para serem construídos.

Velocidade – Criar uma nova empresa demanda a solicitação de licenças ambientais; registros federais, estaduais e municipais; recrutamento, seleção,contratação e treinamento de funcionários; procura de instalações físicas, compra e instalação de máquinas e equipamentos. Adquirir uma empresa em funcionamento dispensa grande parte destas tarefas dando velocidade ao negócio.

Sinergia – muitos empresários baseiam a expansão dos seus negócios na aquisição de outras empresas. Além de aumentar as vendas totais, com esta estratégia ele tem a possibilidade de otimizar o uso dos seus recursos, como funcionários e imóveis, além de aproveitar os chamados ganhos de escala.

Desvantagens em adquirir uma empresa em funcionamento

Passivos – a grande desvantagem em comprar uma empresa em funcionamento é que compra-se além do ativo todos os passivos que ela formou no decorrer da sua existência, mesmos os não registrados. Isto pode se tornar um problema caso o comprado não tenha conhecimento sobre eles. Entre os passivos que devem ser examinados com critério no momento da aquisição de qualquer empresa estão o passivo ambiental, o trabalhista, o fiscal entre outros.

Cultura – existe ainda o risco da empresa ter vícios enraizados na cultura da empresa que serão obstáculos ao seu crescimento.

De qualquer maneira, o assessoramento de um profissional qualificado poderá mitigar os riscos do negócio, além de potencializar as oportunidades.

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Quanto vale a sua empresa ? Parte 3.

Nos dois últimos artigos, compreendemos que uma empresa, de modo geral, vale o quanto ela puder oferecer de retornos para seus proprietários no futuro. Apoiada nesta premissa está um método consagrado de avaliação de empresas e projetos chamado fluxo de caixa descontado, que é adequado a um grande número de situações reais.

Estimar fluxos de caixa futuros é um dos desafios para determinarmos o valor de uma empresa, e é sobre isto que trata esta terceira parte da série.

O fluxo de caixa de uma empresa é impactado por uma série de fatores, tanto intrínsecos quanto extrínsecos. Como podemos observar na tabela a seguir, os fatores intrínsecos são aqueles que, em maior ou menor grau, são gerenciáveis pela empresa enquanto os extrínsecos são totalmente externos sua vontade, e referem-se a um contexto macroeconômico.

Fatores intrínsecos

  • expansão das vendas, impactando nos volumes de compras e custos operacionais;
  • prazo de vendas concedido com parte da estratégia de vendas;
  • estrutura de capital e nível de endividamento;
  • volume de estoques;
  • gap entre contas a pagar e a receber em decorrência dos prazos médios de recebimento e pagamento;
  • tamanho dos ciclos de produção;
  • velocidade do giro do estoque;
  • ocupação do ativo fixo;
  • nível de inadimplência.

Fatores extrínsecos

  • níveis de atividade da economia;
  • taxa de cambio;
  • taxa de juros;
  • concorrência impactando margens de lucro e volume de vendas;
  • alíquotas de impostos seja tributos sobre a venda interna como sobre a importação de produtos concorrentes.

Quando se estima os resultados futuros de uma empresa, não é possível prever todas essas variáveis, mas devemos poder avaliar os impactos de diferentes cenários positivos ou negativos nas suas atividades. Além disto podemos estimar, considerando o panorama do setor onde a empresa atua e da economia em geral, qual a tendência dos retornos.

Vamos fazer uma análise bem simplificada e imaginar que a Empresa X teve seus resultados de 2000 a 2008 conforme o gráfico abaixo. Caso não existam mudanças no ambiente interno/externo, há de se esperar que a empresa mantenha os resultados, na média, nos mesmos níveis dos anos anteriores, sendo este o Cenário A.

Retornos - Empresa X

Continuando a análise, podemos criar um cenário fortemente desfavorável a empresa, prevendo a deterioração de um ou mais dos fatores intrínsecos e/ou extrínsecos que afetam o seu resultado. Este cenário, fortemente pessimista, vemos representado no gráfico acima como Cenário B. Da mesma forma, podemos considerar como possível que os mesmos fatores influentes no resultado da empresa tenha desempenho melhor nos anos futuros do que tiveram até o presente e assim influenciar positivamente os resultados da nossa empresa fictícia. No gráfico acima, chamamos esse cenário notadamente otimista de Cenário C.

Estimativas mais apuradas podem ser feitas utilizando ferramentas estatísticas e econométricas, mas de maneira alguma podemos prescindir de uma boa análise do mercado e conhecimento das características da empresa.

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FGV oferece cursos gratuitos online

Apesar de existirem diversas ações capazes de mitigar os riscos da atividade empresarial, nenhuma delas é mais efetiva que o treinamento e o aperfeiçoamento do empreendedor e de seus colaboradores.

Pois a Fundação Getúlio Vargas – uma das mais prestigiosas instituições de ensino do país – é a primeira instituição brasileira a ser membro do OCWC (Open Course Ware Consortium), o consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos de graça pela internet.

A lista de cursos ainda é pequena, mas de assuntos bastante relevantes e em alguns casos totalmente inéditos em cursos a distância. Por exemplo, o material que encontrei sobre Balanced Scorecard parece bem completo e profundo o suficiente para um primeiro contato com o assunto.

E se você trabalha na com treinamento e realiza cursos em áreas ligadas a Administração de Empresas, envie para nós que teremos prazer de divulgar.

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